.AVISO!
Olá, eu estou aqui para informar que a história contem em algumas partes, cenas (como é que eu vou dizer) "hot", eu tou avisar pois não responsabeliso por danos morais.
Quarta-feira, 4 de Novembro de 2009
Capitulo12_IV Fim!!!

 A casa recebeu-a silenciosamente. Ela largou a bolsa na mesa do hall, chamando:

- Penny, querida, estou de volta.

Não houve resposta, então ela entrou na sala de estar e a mão foi à boca.

Zac estava de pé ao lado da janela. Imóvel e silencioso. Esperando por ela.

Finalmente, ela disse:

- Se você veio para me dizer que aqui é sua casa, está atrasado. Já sei. E vou me mudar assim que for possível.

- Não - ele disse. - Não é por isso que estou aqui. Ou você acha que eu aceitaria sua fuga assim, mia sposa?

 - Você não tem escolha - ela disse. - Não vou voltar. Mas não se preocupe. Não quero nada de você. Pretendo arrumar um emprego e um lugar para morar. E vou fazer isso sozinha.

Ele aproximou-se e ela pôde vê-lo com clareza pela primeira vez. Ele estava desarrumado e com a barba por fazer.

- Você faz com que isso pareça tão simples, sua decisão de me privar, em um golpe só, de minha esposa e de meu futuro filho. Mas encontrar emprego não é fácil quando não se tem qualificações.

- Mas vou dar um jeito - ela retrucou. Ele disse lentamente:

- Minha mãe morreu quando eu nasci, Vanessa. Uma morte que meu pai nunca conseguiu aceitar. E por causa disso nunca me aceitou de verdade.

Vane disse:

- Zac...

Ele balançou a cabeça.

- Deixe-me terminar. Preciso lhe contar isso. Para ele, o mundo acabou no dia que ele a perdeu. E alguns anos depois, quando negligenciou um resinado que virou pneumonia, não tentou lutar pela vida. Jurei, quando menino, que nunca deixaria uma mulher ter tanto poder sobre mim. E mantive minha palavra - ele acrescentou. - Até um dia na casa de seu pai, quando você entrou correndo no escritório dele. E pela primeira vez na minha vida entendi o que meu pai tinha sentido.

Vane começou a tremer. Depois de um tempo, Zac continuou, a voz calma e reflexiva:

- Uma vez você disse que me odiava. Eu rezava para que isso não fosse verdade. Disse a mim mesmo que era impossível amar tanto e não receber nada em troca. Que um dia tudo o que eu sentia tinha de alcançar você, tocar você. Que eu só precisava ser paciente. Que haveria um momento em que você sorriria nos meus braços e diria "Ti amo.'" Amo você. Mas você não disse. Nunca! Nem mesmo quando soube que concebemos nosso primeiro filho. E isso foi o mais doloroso de tudo.

- Você fala de dor? - ela retrucou. - Você ousa mencionar a palavra amor quando sua amante me fez uma visita, aparentemente com seu consentimento.

- Se você se refere a Valentina, soube que ela esteve na minha casa. Parece que Apollonia deixou-a entrar secretamente, pois sabia que você estava sozinha. Estava sendo paga por Valentina.

Ela abriu a boca, chocada.

- Apollonia estava nos espionando?

- Ela confessou tudo no dia em que você partiu - ele disse. - E Valentina Colona não é minha amante - ele acrescentou com ênfase. - Tivemos um breve envolvimento. Mas terminou logo depois que começou.

Ela respirou fundo.

-Não... não acredito em você.

- Não - ele disse amargamente. - Você prefere acreditar nas mentiras de uma mulher vulgar e vingativa.

- Você nega o que saiu no jornal sobre seus planos de se casar com ela? - ela desafiou.

- Si - ele concordou. - É uma invenção.

- Por que ela faria isso? Ele deu de ombros.

- Porque acredita que é irresistível. E eu não acho. Algo que não consegue perdoar. Mas achei que as mentiras dos jornais eram o mais longe que ela podia ir. Evidentemente, estava errado. - Ele fez uma pausa. - Ela queria me punir. E parece que viu na manipulação de meu casamento já estremecido a vingança ideal. Porque eu também sofreria uma rejeição pública. E pela mulher que Roma inteira sabia que estava carregando um filho meu.

- Mas isso é impossível. Eu mesma não sabia. Não até o dia em que fui embora. Eu passei muito mal quando acordei, então comecei a fazer as contas.

Ele quase sorriu.

- Davvero? Fiz as minhas próprias contas várias semanas atrás. E a mãe de Jared me disse que podia ver no seu rosto e que ela nunca errava. Depois disso, comecei a receber parabéns de todos os lados. - Ele fez uma pausa. - De todo mundo, exceto da mulher que faria com que isso se tornasse realidade. Todos os dias eu esperava que você fosse me contar, mas você não falava. - Ele abaixou a cabeça. - E eu comecei a achar que seu silêncio significava que você estava zangada. Que não queria nosso bebê porque ele ligaria você a mim e você só queria estar livre. Então, eu também comecei a ficar zangado.

Ela encarou-o.

- Foi por isso que você parou de dormir comigo? Ele disse calmamente:

- Um amigo meu é obstetra, um bom homem. Fui até ele porque comecei a pensar na minha mãe, e havia perguntas que eu queria fazer. - Ele fez uma pausa. - E ele me disse que fazer amor nos primeiros meses de gestação poderia machucar o bebê. Que seria melhor esperar até que sua gravidez estivesse estabelecida.

"Naquela noite, percebi como você estava cansada, decidi que seria melhor me afastar da tentação e dormir em outro quarto."

Ela disse, com a voz rouca:

- Eu... eu achei que você não me quisesse...

 -Sempre, sempre. - Ele respirou fundo. – E mesmo que você não me ame, ainda assim quero tomar conta de você e do nosso filho. - Ele suspirou. - Se você voltar para mim, para minha proteção, não vou pedir mais nada. Vamos viver como você quiser.

-Vou dizer o que quero: quero que você me pegue nos braços e nunca mais me solte. Porque não há nada neste mundo para mim sem você.

- Na nossa noite de casamento, eu queria ter dito 'Não vá', e ter mostrado o quanto eu queria você. Quero que você durma comigo esta noite e todas as noites pelo resto de nossas vidas. E que você cuide de mim e de todos os bebês que eu espero ter. E desejo com todo o meu coração que você acredite em mim agora, meu querido, quando eu disser ti amo. Eu amo você, amo você... E sempre amei.

Ele caminhou até ela, levantou-a e colocou-a no sofá como se fosse feita de vidro. Depois, ajoelhou-se ao lado, o rosto encostado na barriga dela.

Quando Zac levantou o rosto, os olhos estavam lacrimejantes.

Ele disse suavemente:

- Você acredita em milagres, mi amore?

- Acredito em nós. - Ela beijou-lhe a boca, os lábios quentes e sorridentes contra os dele. - E o que quer que seu amigo médico diga, mio caro - ela sussurrou -, esta noite você vai ter de esquecer. E isso é uma promessa.

 

E aqui está o ultimo espero que gostem!!

não sei ainda se vai haver outra historia mas este fim - de - semana eu digo alguma coisa!

BJS! e comentem!



publicado por Sandra.linda às 18:23
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Segunda-feira, 2 de Novembro de 2009
Desculpem

olá, peso imensa desculpas mas eu não vou poder postar agora, só vim mesmo para avisar que eu não postei no fim de semana nem agora porque não estou em casa e a historia esta em casa. mas assim que eu estiver eu posto de caminho. por isso lá para quarta a tarde eu posto o ultimo capitulo. 



publicado por Sandra.linda às 20:45
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